1 de nov de 2005

Soneto da Inquietude

Passou Outubro. Chegou Novembro. Feliz Natal.

Doce Primavera de doces flores amarelas, poderia por favor trazê-las ou me levar até elas? :)

Há em mim uma certa inquietude.
Sou incapaz de dizer se é ruim,
Se é algo bom ou se é saúde,
Nem mesmo o que é que há, enfim.

Meus pensamentos voam até ela,
Ressonam com a vibração incomum.
Inerente, uma idéia se revela:
Que pode haver no sentir-em-jejum?

Em minh'alma talvez um buraco
Através do qual tua seiva não bebo.
Quiçá agora meu corpo esteja fraco...

Meu peito, pois, não consigo encher
Quando tal estarrecido percebo
Que minha inquietude está em você.


6 comentários:

Gude disse...

Não é um poema triste! E odeio consumismo.

Espelho, espelho meu, existe alguém no mundo mais cvndy do que eu? :)

^ana^ disse...

não :)

Gude disse...

Ah, bem que eu desconfiava. Valeu, Ana! :)

Daemon disse...

Além de cnvdy, é um xneobo também... Mas apesar de tudo, ainda somos seus amigos. :P

Ana disse...

Muito bonito, Gude :)!

Gude disse...

Hmmm... Valeu...

Olha, quando ficarem tristes, ajam. Não sejam poetas menores, como eu, que colocam suas angústias no papel na esperança de que elas sumam...

A bola de neve me pegou. Tomara que isso dure só hoje...

:´-/